O biogás como recurso energético distribuído

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O biogás surge como solução estratégica para o equilíbrio do sistema elétrico brasileiro, oferecendo flexibilidade, armazenamento e resposta rápida à intermitência da energia solar, fortalecendo a segurança energética e a sustentabilidade.
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Foto: arquivo pessoal Péricles Pinheiro Filho
Eventos
Série Especial: 8º Fórum Sul Brasileiro de Biogás e Biometano

Super Size Me Energético

O biogás como recurso energético distribuído para atender à necessidade de flexibilidade de operação do SIN

Por Péricles Pinheiro Filho,
Diretor de Desenvolvimento de Negócios - CHP BRASIL

 

Introdução: o paradoxo da abundância e o colapso metabólico do SIN

Vocês se lembram do documentário “Super Size Me”? Nele, o protagonista submete seu corpo a uma dieta exclusiva de fast food, em quantidades normais do dia a dia, mas sem a variedade de alimentos necessária para a boa saúde do organismo. O resultado foi um colapso metabólico em curtíssimo espaço de tempo. O organismo simplesmente não conseguia processar aquele volume excessivo de calorias ingeridas em um curto intervalo.

Hoje, o Sistema Interligado Nacional (SIN) é esse protagonista que vive um “paradoxo da abundância”, recebendo um “fast food solar” servido compulsoriamente todos os dias, somente no almoço. Já na janta, precisamos de feijão, arroz e carne, quando a fome bate mais forte.

Atualmente, a energia solar distribuída (GD) ultrapassou a capacidade instalada de 44 GW. Somando-se à geração solar centralizada (GC), com aproximadamente 20 GW, chegamos a 64 GW de capacidade instalada.

Em termos práticos, o SIN opera sob limites físicos e está sofrendo um “super almoço solar” ao meio-dia, ou seja, uma condição operativa de sobreoferta e redução de carga. A consequência é a deterioração da resiliência e da segurança elétrica de todo o sistema.

Com isso, o Operador Nacional do Sistema (ONS) é obrigado a intervir como um médico na emergência, ordenando o curtailment (cortes de geração centralizada) para evitar que o “paciente” colapse por sobretensão ou instabilidade de frequência, visto que, na GD solar, o ONS não possui qualquer controle operativo.

Nesse cenário de “estômago cheio”, manter fontes de energia despacháveis, como as usinas a biogás, operando durante o excesso de geração solar distribuída, não controlável, agrava o problema da sobreoferta e do afundamento de carga. É necessário entender e valorizar os atributos da geração distribuída a biogás e considerar a necessidade operativa do SIN. Não é razoável manter esse tipo de regime para a geração a biogás, que possui plena capacidade de modulação, total despachabilidade, modularidade, flexibilidade e, principalmente, rapidez de resposta.

A geração distribuída a biogás precisa deixar de ser parte do problema e passar a fazer parte da solução: desligar no “almoço” e ser acionada na “janta”, atendendo à ponta de carga, que aumenta a cada dia.

 

I. O diagnóstico do colapso e o desafio da rampa

A massiva inserção de MMGD fotovoltaica gerou uma deformação severa no perfil de carga líquida diária do SIN, conhecida como a “Curva do Pato”.

Em última instância, estamos tratando de um efeito manada, que é o comportamento semelhante, em um mesmo momento, de muitos agentes simultaneamente.

A geração solar apresenta exatamente esse comportamento: toda a geração começa a ser despachada no nascer do sol, é a rampa de subida, cujo pico ocorre por volta de 12h30. Em seguida, inicia-se o desligamento, a rampa de descida, que acontece simultaneamente à rampa da carga, no fim do dia.

Em outras palavras: quando a geração solar desaparece rapidamente, é justamente o momento em que a carga dispara, exigindo que o ONS despache usinas centralizadas (hidrelétricas e térmicas) em uma condição cada vez mais severa, o que estressa todo o sistema elétrico em uma operação cada vez mais complexa. Essa rampa de carga já ultrapassou 45 GW em 9 horas, no dia 19 de janeiro de 2025, um dia de pouca geração eólica.

O ONS tem alertado que o SIN demanda cada vez mais requisitos de flexibilidade e resposta rápida, devido à expansão acelerada das fontes não controláveis, eólica e solar. Ademais, en passant, precisamos considerar o crescimento exponencial do uso de veículos elétricos, que possuem um elevado fator de coincidência no carregamento, de várias horas no horário de ponta, bem como dos data centers, que estão surgindo com carga gigantesca operando em regime flat 24 horas por dia. Esses ajudam a reduzir o curtailment ao meio-dia, mas agravam significativamente a rampa da janta.

 

II. Atributos da fonte biogás

A geração de energia elétrica distribuída por meio do biogás, além de sustentável e renovável, possui todos os atributos necessários para responder à atual crise de flexibilidade do sistema elétrico.

O biogás é um combustível facilmente armazenável, podendo ser estocado em gasômetros, o que permite que a produção de energia seja desacoplada do momento da produção do gás, criando previsibilidade no despacho de potência e energia. Essa despachabilidade, por sua vez, é um atributo de grande importância, por ser completamente independente das condições de variabilidade climática.

A geração a biogás pode ser controlada e acionada sob demanda, com total flexibilidade e modulação. Uma usina a biogás tem a capacidade de entrar em operação em poucos segundos e variar sua potência conforme a necessidade operativa do sistema elétrico.

Por utilizar motores rotativos (máquinas síncronas), há um outro atributo elétrico fundamental: inércia e sincronismo. A geração elétrica à biogás fornece suporte reativo, contribuindo para a estabilidade dinâmica da rede elétrica no secundário do alimentador conectado, e auxilia o controle de tensão e frequência.

Outro atributo importante é sua localização distribuída, geralmente em fim de linha ou dentro da própria carga, reduzindo as perdas elétricas naturais do suprimento por geração centralizada e contribuindo, assim, para a resiliência topológica da rede de distribuição e da rede básica (acima de 230 kV).

 

III. A “bateria verde e amarela”

Quando falamos em “Bateria Verde e Amarela”, destacamos atributos que vão além da eletricidade. Trata-se da criação de um símbolo que representa, de forma concreta, a riqueza energética que o Brasil possui e que nos diferencia como nação. As cores da expressão reforçam a identidade da nossa bandeira e evidenciam que esta é, de fato, a fonte de energia mais brasileira. 

O verde simboliza a biomassa que, após cumprir seu papel natural em diversas cadeias produtivas, transforma-se em energia limpa e renovável por meio da biodigestão anaeróbica, produzindo biogás e biofertilizante.

O amarelo representa o sol, a grande fonte de energia do planeta, que, em conjunto com a abundância de água, terras, clima e tecnologia agropecuária de excelência, diferencia o Brasil das demais nações. Somos, efetivamente, uma potência em energia natural.

Antes de importar soluções caras e dolarizadas, criando dependência externa, precisamos explorar ao máximo os recursos que já possuímos em nosso território. 

Valorização do que é nacional. Grande parte da cadeia produtiva do biogás é nacional. Apenas alguns sensores e medidores são importados; todo o restante, biodigestores, motores, sistemas de controle, é produzido no Brasil. Isso significa geração de emprego, renda e fortalecimento da indústria nacional.

Segurança energética e soberania. Ao compreender a importância estratégica e o potencial brasileiro para a produção de biogás, reduzimos a dependência de terras raras e metais críticos, essenciais para baterias convencionais. Além disso, abrimos espaço para um vasto campo de desenvolvimento tecnológico nacional, criando soluções adaptadas à nossa realidade, com produtividade, eficiência e eficácia.

Fortalecimento do agronegócio. O biogás não é apenas energia; é produtividade e lucratividade para o setor agropecuário. Transformamos resíduos em riqueza, reduzimos emissões, agregamos valor às cadeias do agro e consolidamos o Brasil como líder em energia limpa e competitiva.

Superioridade ambiental – ACV (Análise de Ciclo de Vida). O biogás é carbono negativo, pois captura metano que seria emitido à atmosfera e o converte em energia elétrica ou térmica, atendendo à demanda local ou de sua vizinhança. Evita a prospecção, produção e transporte de combustíveis fósseis e fertilizantes. Nenhuma outra fonte renovável oferece benefícios tão amplos.

O biofertilizante, “resíduo” de uma planta de biogás, substitui insumos químicos importados, fechando o ciclo sustentável: energia elétrica + fertilização orgânica. Isso representa ganhos ambientais, econômicos e sociais inigualáveis sob a ótica da ACV.

 

IV. A dupla contribuição

A modulação da geração a biogás proporciona uma “dupla contribuição” sistêmica, invertendo a lógica operacional atualmente em curso:

Fase Diurna - 10h às 16h
A planta desliga o gerador e passa a estocar o biogás produzido. A unidade consumidora (granja, frigorífico etc.) deixa de atender sua própria carga e de injetar eventual excedente na rede da distribuidora, passando, então, a ter seu suprimento de energia elétrica atendido pela concessionária.

Esse procedimento tem duplo efeito:

  1. elimina o excesso de geração no período solar;
  2. “cria” carga adicional no sistema.

Dessa forma, reduz-se o curtailment, pois a unidade passa a demandar energia do excesso de geração solar vizinha ou da geração centralizada.

Fase Noturna - 16h às 21h

Nesse horário, com o declínio acentuado da geração solar e o aumento simultâneo da carga, o gerador a biogás entra em operação de forma programada ou até mesmo por acionamento remoto realizado por um Agregador de Recursos Energético Distribuídos.

A usina pode entrar de forma progressiva: inicialmente atendendo sua própria carga e, em seguida, operando em potência total, exportando o excedente para a rede.

Novamente, observa-se o efeito duplo:

  1. o gerador a biogás supre a carga interna da unidade;
  2. atende também às Unidades Consumidoras vizinhas, reduzindo a carga global e as perdas técnicas associadas ao fornecimento centralizado.

 

V. Parque instalado

A solução não é futurista; pode ser implementada quase que imediatamente, pois já existe um parque instalado expressivo: 1.349 plantas que geram eletricidade no Brasil utilizando biogás, segundo o Panorama do Biogás 2024 elaborado pelo CIBiogás. A potência elétrica instalada, desse parque, não é divulgada, entretanto não é desprezível.

Nem todos os produtores e geradores de energia a partir de biogás estão cadastrados no Panorama. Por outro lado é sabido que há necessidade de otimização, eficiência energética e melhoria de gestão em boa parte dos produtores de biogás.

O fato é que temos diante de nós algo valioso e necessário a ser desenvolvido. O Brasil apresenta um potencial técnico de produção de biogás estimado em 84,6 bilhões de Nm³/ano, conforme dados da ABIOGÁS e da Empresa de Pesquisa Energética (EPE). Considerando um biogás com 65% de CH₄ e um índice de conversão de 2,34 kWh/Nm³, esse volume representa aproximadamente 198 TWh/ano.

Supondo a utilização desses 198 TWh/ano exclusivamente para atender à rampa de carga, gerando apenas 5 horas por dia (fator de capacidade próximo de 21%), a potência instalada, teoricamente, poderia alcançar mais de 100 GW de potência instalada.

E não para por aí. A “loucura” é ainda maior, pois estamos falando de um volume de produção de biogás calculado exclusivamente com base no aproveitamento de resíduos e passivos ambientais das cadeias de proteína animal, do setor sucroenergético e do saneamento, sem considerar o uso de culturas energéticas dedicadas.

 

VI. Armazenamento estratégico e expansão da potência

O que existe hoje, em termos práticos? O produtor, sempre que possível, opera de forma contínua, 24 horas por dia, 7 dias por semana, para maximizar seu ganho, gerando toda a energia que consome e evitando comprar sequer 1 kWh da distribuidora local.

Mas, ao virar a chave para a modulação, cria-se uma nova dinâmica: o fluxo contínuo de gás passa a se transformar em estoque estratégico de energia

O biodigestor continua produzindo biogás 24 horas por dia. Ao desligar a geração durante a “janela solar”, criando carga e reduzindo o curtailment, esse combustível nobre é armazenado nos gasômetros. Assim, abre-se uma oportunidade imediata de expansão do parque gerador.

Para converter esse grande volume de gás estocado em eletricidade em um intervalo curto (de 3 a 6 horas da ponta), a potência instalada atual precisa ser ampliada. Surge, portanto, um potencial de curto prazo para instalar novos geradores ao lado dos existentes. Não se trata de construir novas usinas do zero, mas de repotencializar as estruturas já instaladas, para que operem com “musculatura” duas a quatro vezes maior nos horários críticos.

Essa expansão exige, naturalmente, investimentos em máquinas e em capacidade de armazenamento. Para viabilizar esse upgrade tecnológico, o produtor precisa de um sinal de preço claro, por meio de um empilhamento de receitas:

  • Arbitragem: consumir energia barata durante o dia e vender energia valiosa à noite.
  • Reserva de Capacidade (Lastro): remuneração pela disponibilidade de potência.
  • Serviços Ancilares: pagamento por controle de frequência, tensão, suporte reativo e atendimento à rampa.

 

VII. Regulação, critérios de conformidade e incentivos

A urgência de uma regulamentação específica é ditada pela própria física do sistema. A expansão da MMGD solar segue sem freios, e o crescimento da frota de veículos elétricos surpreende ano após ano. A dedução lógica é inevitável: a rampa de carga continuará se acentuando e, se nada for feito, ultrapassará os limites de segurança do SIN.

A resposta regulatória não precisa ser complexa, mas deve ser precisa. É necessário incentivar a adequação do parque já existente e garantir que as novas plantas sejam construídas sob rigorosos padrões de segurança operacional. O regulador deve equilibrar a severidade da fiscalização com o fomento à modernização tecnológica, blindando o sistema contra distorções.

 

Incentivos

Do lado dos incentivos, o foco é oferecer estabilidade e viabilizar CAPEX de qualidade:

  • Contratos de Longo Prazo: a estruturação desse serviço exige previsibilidade. O produtor necessita de garantia temporal para amortizar o investimento na expansão da planta.
  • Financiamento Estruturado: oferta de linhas de crédito atraentes (juros mais baixos e prazos de carência adequados), exclusivas para a aquisição de novos geradores, ampliação de gasômetros e implementação de sistemas avançados de monitoramento. O objetivo é viabilizar tecnicamente a usina para que atinja os padrões de eficiência exigidos pelo setor elétrico.

Fiscalização e critérios de conformidade

Do lado da fiscalização, devem ser estabelecidos critérios de conformidade claros, garantindo que o mercado seja ocupado por agentes sérios:

  • Critério Econômico (Balizador): o teto de remuneração deve ser competitivo, porém limitado pelo custo da operação a diesel local, remunerando a eficiência do biogás sem incentivar o uso de diesel.
  • Requisito de Rastreabilidade (Balanço de Massa): implementação de medição dedicada e auditável na admissão do gerador. O sistema deve cruzar o volume de gás consumido com a energia gerada, garantindo a origem renovável do combustível.
  • Requisito de Eficiência Técnica: exigência de eficiência mínima do gerador para evitar a fuga de metano pelo escape, por conta de uma queima não estequiométrica.
  • Regime de Consequências: penalidades severas para o descumprimento, assegurando que o risco da fraude seja desproporcionalmente superior a qualquer eventual ganho indevido.

 

VIII. A orquestração da operação: do sinal de preço à usina virtual

O desafio de coordenar milhares de geradores a biogás espalhados pelo território nacional, somados a recursos emergentes como baterias, veículos elétricos e resposta da demanda, exige uma estratégia operacional em camadas, que vai do simples ao sofisticado.

A primeira camada de operação pode ser definida por um sinal de preço horário. Assim como ocorre na estrutura tarifária horo-sazonal (THS), na qual há tarifas de ponta e fora de ponta, o produtor programa o despacho de sua usina para horários pré-estabelecidos (por exemplo: ligar às 18h e desligar às 21h). Trata-se de uma operação programada e previsível, alinhada aos requisitos do ONS.

A beleza dessa solução, chamada de “Bateria Verde e Amarela”, reside justamente em seus atributos: por serem usinas de pequena potência, distribuídas, localizadas em “fim de linha” e dentro da unidade consumidora, conectadas aos alimentadores da rede de distribuição. Dessa forma, naturalmente, criamos uma resiliência elétrica excepcional, oferecendo suporte reativo e controle de tensão e frequência diretamente no ponto de conexão, respondendo com rapidez às condições momentâneas da rede.

Em outras palavras: a entrada ou saída inesperada de uma ou várias usinas a biogás não compromete a estabilidade do sistema. O risco é pulverizado, o oposto da dependência crítica de uma única grande usina térmica centralizada.

Para fornecer serviços mais complexos ao sistema, como controle de frequência ou resposta a contingências em tempo real, avançamos para a segunda camada: a Usina Virtual (VPP — Virtual Power Plant). Nesse cenário, a tecnologia digital agrega centenas de usinas a biogás, que podem responder individualmente ou como se fossem uma única usina de grande porte, respeitando a hierarquia topológica:

  • ONS - Operador Nacional do Sistema
  • TSO - Operador do Sistema de Transmissão
  • DSO - Operador do Sistema de Distribuição
  • VPP - Usinas Virtuais

Essa arquitetura não apenas viabiliza a modulação do biogás, como também prepara o terreno para a integração plena dos Recursos Energéticos Distribuídos (REDs). Para o sistema elétrico, o ganho é a Resiliência Topológica: é muito mais seguro e eficiente operar com 1.000 usinas de biogás de 250 kW alimentando a média tensão, junto à carga e sem perdas de transporte, do que depender de uma única usina centralizada de 250 MW.

 

Conclusão: a cura para a indigestão

O diagnóstico é claro: se o SIN continuar nessa dieta desbalanceada de “fast food solar” sem modulação, o desfecho será o mesmo do filme, colapso funcional.

Enquanto o setor discute leilões de reserva (LRCAP) bilionários e busca tecnologias importadas a um custo muito salgado, e com uma forte pimenta dolarizada, a “Bateria Verde e Amarela” já está no nosso quintal. Não precisamos esperar obras faraônicas: 1.349 plantas já instaladas podem ser otimizadas, e inúmeras outras ainda surgirão. Com um ajuste regulatório simples e um sinal de preço justo, transformamos  instantaneamente os problemas de sobreposição e emissões em soluções de potência na ponta e estabilidade de rede hoje.

O digestivo para que o “paciente” continue consumindo fast food solar é o biogás. Ele já está na mesa, no café da manhã, no almoço se necessário, e principalmente na janta, servido pelo Agro brasileiro. O Meio Ambiente agradece, assim como o consumidor, que terá alívio no bolso e maior qualidade no suprimento de energia.

 

Baixa a apresentação.

 

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Gostou dos temas abordados?

Fique atento às próximas publicações desta série, onde continuaremos aprofundando as temáticas abordadas no 8º Fórum Sul Brasileiro de Biogás e Biometano um marco para o desenvolvimento tecnológico e de negócios no Brasil.
 

 

Saiba mais:

Reunião Técnica Setor Elétrico. Dia 13 de abril de 2016, das 15h às 17h. Onde: Hotel Bourbon Cataratas Resort, Foz do Iguaçu - PR. Realização conjunta do CIBiogás e Cogen.

https://www.cogen.com.br/eventos/cibiogas-reuniao-tecnica-setor-eletrico

 

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