Entrevista exclusiva sobre o I-REC Day 2026 destaca GAS-REC, CGOB e o mercado de carbono no Brasil, com foco na certificação e monetização do biometano.
Image
Foto: Instituto Totum
Entrevista Exclusiva
Portal Energia e Biogás
 

Quem vai capturar o valor do biometano no novo mercado de carbono?

Entrevista com Fernando Giachini Lopes revela os bastidores do I-REC Day 2026 e como certificados como GAS-REC e CGOB podem transformar atributo ambiental em fluxo de caixa real.

 

O mercado brasileiro de energia renovável entrou em uma fase onde não basta mais produzir, é preciso estruturar, certificar e monetizar corretamente os atributos ambientais. A pergunta que passa a dividir vencedores e retardatários não é mais “se” os certificados serão relevantes, mas quem saberá capturar valor primeiro e com maior governança.

O I-REC Day Brazil 2026, que acontece em 7 de abril, em São Paulo, surge exatamente nesse ponto de inflexão. Em sua 4ª edição, o evento deixa de ser apenas um encontro técnico sobre certificados de energia renovável para se consolidar como o principal fórum estratégico sobre ativos ambientais no Brasil.

Organizado pelo Instituto Totum, em parceria com a Fundação I-TRACK, ABEEólica e ABRAGEL, o encontro deste ano reflete uma mudança clara no tabuleiro: o gás renovável, especialmente biogás e biometano, entra definitivamente no centro da discussão.

Se até pouco tempo o debate girava em torno da geração elétrica e do I-REC, agora o mercado se debruça sobre questões estruturais:

  • Como se dará a convivência entre GAS-REC e CGOB?
  • O mercado voluntário sobreviverá à entrada do mercado regulado (SBCE)?
  • Como evitar dupla contabilização e riscos jurídicos?
  • Qual é, afinal, o prêmio real do atributo ambiental sobre o m³ do biometano?

Para os produtores brasileiros, a discussão é estratégica. A separação entre molécula e atributo ambiental inaugura uma nova lógica de receita: a molécula tende a ser precificada próxima ao gás natural; o atributo, por sua vez, passa a representar margem adicional e instrumento de hedge regulatório.

Não se trata apenas de compliance ESG. Trata-se de fluxo de caixa.

A presença confirmada de autoridades da Secretaria Extraordinária do Mercado de Carbono, do MCTI, da Petrobras, da CCEE, de grandes consumidores industriais e de representantes internacionais da I-TRACK Foundation indica que o evento será, na prática, um ambiente de sinalização regulatória e de precificação implícita de ativos ambientais.

Entre os nomes confirmados na plenária estão:

  • Charles Lenzi (ABRAGEL)
  • Fernando Giachini Lopes (Instituto Totum)
  • Vital Neto (CCEE)
  • Luis Felipe Poli (Petrobras)
  • Tayane Vieira (Urca Energia)
  • Adrianno Lorenzon (ABRACE)
  • Munir Soares (Systemica)
  • Filipe Albano (PUC-RS)
  • Flávia Teixeira (ENGIE)
  • Geisa Príncipe (Clean Energy BR)
  • Benjamin Herrera (I-TRACK Foundation)
  • Viviane Câmara Strachicini
  • Thiago Barral (Secretaria Extraordinária do Mercado de Carbono)
  • Gustavo Lima (MCTI)
  • Jared Braslawsky (I-TRACK Foundation)
  • Maria Fernanda (Machado Meyer)
  • Elbia Gannoun (ABEEólica)
  • Rebecca Gompertz (Argus Media)
  • Cecilia Borges (Axia Energia)
  • Felipe Gatti (Minerva Foods)
  • Rodrigo Lauria (Vale)

A densidade institucional da plenária revela algo maior: o mercado de atributos ambientais deixou de ser periférico e passou a integrar o núcleo da política industrial e climática brasileira.

Para o setor de biogás e biometano, o momento é particularmente sensível. A Lei do Combustível do Futuro, a criação do CGOB, o avanço do SBCE e a consolidação do GAS-REC criam um ambiente de oportunidades, mas também de risco estratégico para quem não compreender a arquitetura regulatória em formação.

O Portal Energia e Biogás, como parceiro do Instituto Totum desde a 1ª edição do I-REC Day Brazil, entende que estamos diante de um novo ciclo. Não é mais apenas sobre produzir energia renovável, mas sobre estruturar ativos ambientais com governança internacional, credibilidade técnica e segurança jurídica.

Para entender como esse novo mercado está sendo desenhado e quem tende a capturar mais valor conversamos com Fernando Giachini Lopes, CEO do Instituto Totum, protagonista na construção dos principais instrumentos de certificação ambiental no país.

Fernando, é um prazer recebê-lo.

1.    Energia e Biogás®: Fernando, você lidera o Instituto Totum em um momento em que os ativos ambientais deixaram de ser nicho para virar estratégia central. O que mais te orgulha na evolução do Instituto Totum desde a sua fundação até chegar a este I-REC Day 2026?

Fernando Giachini Lopes: O Instituto Totum nasceu como um organismo de certificação voltado para soluções de autorregulação. No início dos anos 2000, a estratégia foi a criação de instrumentos de reconhecimento e valorização de cadeias de negócio por meio de selos e certificações, como no caso do Selo de Qualidade ABIC, Selo ABESE de Segurança Eletrônica e outras iniciativas semelhantes. No começo dos anos 2010, identificamos a possibilidade de criação de ativos comercializáveis ligados à questão ambiental. Seguindo o entendimento conceitual dos créditos de carbono, criamos o ativo ambiental Certificado de Energia Renovável, cujo lançamento ocorreu em 2013, antes mesmo da criação da Fundação I-REC. Mais do que reconhecer e valorizar a energia limpa, o Certificado de Energia Renovável, que posteriormente foi reconhecido pela Fundação I-REC, foi concebido como uma forma de monetizar o atributo ambiental ligado à energia renovável, gerando receita extra para os empreendedores do setor de energia elétrica. O modelo de negócios, criado em 2013, criou tração e hoje o Brasil é o maior emissor de I-RECs no mundo, representando cerca de 19% das transações no mundo.

Seguindo o mesmo entendimento, no ano de 2020, criamos o certificado de garantia de origem de biogás e biometano, chamado de GAS-REC. Seu sucesso foi tão grande que serviu como inspiração para a criação do CGOB. Atualmente o GAS-REC é o maior programa de certificação do tipo no Hemisfério Sul. Em função da nossa experiência e conhecimento com o GAS-REC, fomos convidados pela Fundação I-TRACK para sermos o "Code Manager" mundial da certificação de biogás e biometano, chamada de I-TRACK(G). Para isso, montamos uma empresa somente para realizar essa tarefa mundialmente, em parceria com a Evident/Xpansiv, chamada de GGT - Global Gas Tracking.
Nos orgulhamos de conseguir gerar valor real (financeiro) para as empresas que investem produtos e processos com atributos ambientais, mas não paramos por aqui: vem aí os certificados de BIO-GLP, CO2-REC, SAF e créditos de água.


2.    Energia e Biogás®: Em um mercado com tantos novos instrumentos, como o Instituto Totum trabalha para garantir que o certificado brasileiro (seja I-REC ou GAS-REC) mantenha o rigor técnico exigido por investidores globais?

Fernando Giachini Lopes: No início do GAS-REC somente contamos com a confiança das empresas brasileiras que toparam entrar nessa iniciativa pioneira, com base no nosso histórico de competência e principalmente independência, como organismo de certificação.

Agradecemos muito às empresas que aderiram ao programa desde o início. Em paralelo, trabalhamos em mais duas frentes: reconhecimento internacional da governança e reconhecimento das empresas consumidoras dos certificados. Na frente de reconhecimento internacional, trabalhamos nos últimos três anos com a Fundação I-TRACK, com nosso parceiro norte americano CleanCounts (que possui experiência com Renewable Termal Certificates) e com Evident/Xpansiv, de forma a obtermos a acreditação do GAS-REC para o sistema I-TRACK(G). Já na frente de reconhecimento das empresas consumidoras, trabalhamos junto a grandes empresas multinacionais e junto à WBA explicando o certificado GAS-REC e sua aplicabilidade. Atualmente grandes empresas multinacionais já aprovaram o GAS-REC para comprovar o consumo de gás renovável em suas plantas ao redor do mundo.

Esse trabalho conjunto na governança (Fundação I-TRACK e WBA) e junto às grandes multinacionais que possuem compromissos ambientais garantem a aceitação do instrumento em vários mercados ao redor do mundo.

 

3.    Energia e Biogás®:  Um dos destaques de 2026 é o debate sobre o "tabuleiro dos certificados de biometano". Como você vê a coexistência entre o GAS-REC e o CGOB (Certificado de Garantia de Origem de Biometano)? Eles são concorrentes ou complementares?

Fernando Giachini Lopes: O GAS-REC já é reconhecido como o principal instrumento do mercado voluntário para garantia de origem do biogás e biometano, e deve continuar a ter o mesmo papel, garantindo operações nos mercados nas relações entre produtores de biometano e consumidores de gás. Já o CGOB foi criado para dar apoio ao cumprimento das metas de consumo obrigatório previstas na Lei do Combustível do Futuro.

Dessa forma, produtores de biometano que pretendem vender aos agentes obrigados devem obter necessariamente essa certificação oficial (CGOB). Estamos trabalhando na questão da fungibilidade dos certificados, de forma que GAS-REC e CGOB possam coexistir sem o risco de dupla contabilização ou duplo beneficiário. Do lado do Instituto Totum, já estamos revisando nossa plataforma de Escrituração (plataforma do Emissor Local) e nossa plataforma de Registry (entidade registradora) de forma a atender a ambos os programas GAS-REC e CGOB.

 

4.    Energia e Biogás®: Para o produtor de biogás, leitor(a) do Portal Energia e Biogás, qual é hoje o ganho real de rentabilidade (em média ou potencial) que a certificação de atributos ambientais pode adicionar ao m³ do biometano?

Fernando Giachini Lopes: Com a separação da molécula de metano do atributo ambiental do biometano, a tendência é que a molécula seja comercializada ao preço equivalente do gás natural (mais transporte) e o atributo ambiental (GAS-REC ou CGOB) seja um valor adicional. A plataforma de Registro do GAS-REC não é uma plataforma de negociação e sim somente uma plataforma de registro das transações em termos de cadeia de custódia - nesse sentido não temos acesso aos valores negociados, que são tratados diretamente entre produtores (emissores primários) e consumidores (agentes não obrigados).

Informações anedóticas do mercado indicam que o atributo ambiental vem sendo negociado a cerca de 20% a 50% do preço da molécula, porém isso depende muito do tipo de entrega (física por meio rodoviário, via gasoduto ou simples compra do certificado em esquema de book and claim).

 

5.    Energia e Biogás®:  Com a confirmação de Gustavo Lima do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), que atua com pesquisa em diversas áreas, entre elas o aproveitamento de resíduos sólidos urbanos, como o Instituto Totum planeja apoiar a certificação de projetos de biogás que nascem do saneamento e de aterros sanitários?

Fernando Giachini Lopes: Nosso apoio está nas regras de elegibilidade do GAS-REC que permitem a certificação de qualquer tipo de biogás ou biometano produzido a partir de biodigestão. À medida em que os certificados de origem GAS-REC se tornam um componente previsível de receita dos empreendimentos, o retorno econômico dos investimentos no meio ambiente está menos sujeito a risco.

 

6.    Energia e Biogás®: Se pudéssemos olhar para o I-REC Day de 2025, qual foi o principal desafio técnico que o setor de biometano tinha naquela época e que hoje, em 2026, já consideramos uma "missão cumprida"?

Fernando Giachini Lopes: Já superamos a fase da indecisão quanto à aplicabilidade do GAS-REC. Hoje no mercado não mais se discute se o empreendimento deve ou não gerar certificados de origem, mas a discussão agora é como fazer isso, qual é a governança adequada e como atender aos mercados regulados e voluntários. Saímos da dúvida sobre o que fazer e agora estamos na fase de decidir como fazer.

 

7.    Energia e Biogás®: O evento terá uma palestra técnica sobre contabilidade de ativos ambientais, como I-REC e GAS-REC (com Viviane Strachicini). Por que a segurança jurídica e tributária se tornou o maior gargalo para as empresas comprarem certificados no último ano?

Fernando Giachini Lopes: Existem dúvidas tanto do lado das empresas que vendem os certificados GAS-REC, I-REC e Créditos de Carbono, assim como das empresas que compram esses certificados. Como os volumes atualmente se restringem aos mercados voluntários, as questões contábeis são relevantes, mas vem sendo tratadas por cada organização de uma forma diferente.

Com o aumento dos volumes e a inserção do mercado regulado, a necessidade de padronizar os registros contábeis passa a ser mais importante e essa foi a razão de trazermos uma advogada especialista no assunto.

 

8.    Energia e Biogás®: Entre a edição de 2025 e esta de 2026, o que você notou de mudança no perfil das empresas que buscam o Instituto Totum? Elas estão mais maduras ou ainda há muita dúvida sobre como "contabilizar" a sustentabilidade?

Fernando Giachini Lopes: No meio da década de 2010 nosso esforço era educar o mercado no entendimento do que era o Certificado de Energia Renovável / I-REC. Lembro que fazia muitas reuniões para explicar o conceito, assim como participava de eventos como palestrante apresentando a novidade do I-REC para uma audiência que estava vendo aquilo na primeira vez. Atualmente essa fase passou e o nível de dúvida passou a ser como certificar a usina ou como fazer a compra dos I-REC.

Em relação ao GAS-REC ocorreu o mesmo. No início dos anos 2020 o esforço se concentrava na explicação do conceito dos certificados de origem. Apesar de ainda estarmos parcialmente nessa fase, com a Lei do Combustível do Futuro, o nível das conversas vem deixando de ser entender os certificados e passou a ser como fazer negócios usando os certificados.

 

9.    Energia e Biogás®: Com a participação de Benjamin Herrera (I-TRACK Foundation), como o Brasil está posicionado no ranking global de emissão de certificados de atributos ambientais hoje?

Fernando Giachini Lopes: Em termos do I-REC, o Brasil atualmente aparece como o maior mercado no mundo, concentrando cerca de 19% do volume de emissões e aposentadorias. Já em relação à certificação do biogás e biometano, os principais mercados são a União Européia (que possui esquemas de metas regulatórias para gás natural renovável) e os Estados Unidos.

No Hemisfério Sul, o Brasil lidera esse mercado - somente no GAS-REC, nos últimos 12 meses, foram emitidos o equivalente a 100.000 m³ diários de certificados. O I-TRACK(G), cujo Code Manager é o Instituto Totum por meio da empresa GGT (em sociedade com Evident/Xpansiv), será lançado mundialmente em maio de 2026 e deve se tornar o padrão de referência mundial para mercado não regulados, emulando o sucesso do I-REC.

 

10.    Energia e Biogás®:  O envolvimento de doutores e mestres (como Tayane Vieira e Gustavo Lima) nos painéis reflete uma tecnicidade maior do evento. O mercado de ativos ambientais no Brasil hoje é mais "ciência" do que "marketing"?

Fernando Giachini Lopes: Apesar de na ponta da linha o que se vislumbra são os negócios (compra de venda de certificados), isso somente pode ser obtido a partir de uma abordagem técnica e de governança. Os recentes problemas identificados no mercado financeiro brasileiro com ativos ambientais artificialmente inflados mostra a necessidade de sólido embasamento técnico e governança com as melhores práticas mundiais, que é o objetivo do I-TRACK(G). 

 

11.    Energia e Biogás®: Após abril de 2026, qual será a "próxima fronteira" para o Instituto Totum? Certificação de Hidrogênio Verde? CO2-REC?

Fernando Giachini Lopes: Houve um "hipe" até exagerado no hidrogênio de baixa emissão que frustrou alguns participantes do mercado. O Instituto Totum provê solução de hidrogênio de baixa emissão (dentre eles, o hidrogênio verde) por meio da Fundação I-TRACK com o certificado I-TRACK(HX).

Esse produto já está disponível e podemos trabalhar nessa certificação. Em termos de novidades, já lançamos os certificados de BIO-GLP, CO2-REC, Vapor Renovável e estamos trabalhando no desenvolvimento de créditos de água, em parceria com importante Universidade brasileira.

 

12.    Energia e Biogás®: O mercado de certificados ainda é visto como algo para "gigantes". Existe algum movimento do Instituto Totum para facilitar a entrada de plantas de biogás de pequeno e médio porte ou cooperativas agrícolas nesse sistema?

Fernando Giachini Lopes: Um tópico relevante na governança de certificados de origem, como I-REC e GAS-REC é o conceito de isonomia de custos, ou seja, todos os participantes do mercado devem ter custos similares a fim de que não ocorram privilégios que causem desbalanceamento do mercado. Tendo dito isso, os valores de Registro de plantas menores no I-REC já são calibrados de forma a que esse custo não pese tanto para plantas menores.  

 

13.    Energia e Biogás®: Qual o seu recado para os leitores do Portal Energia e Biogás que ainda estão em dúvida se devem ou não certificar sua produção neste momento de transição regulatória no Brasil?

Fernando Giachini Lopes: Se ainda houver dúvidas, o melhor caminho é vivenciar o debate de perto. O I-REC Day Brazil 2026 será a oportunidade ideal para conversar diretamente com produtores, comercializadores, grandes consumidores e formuladores de políticas públicas, entender como o mercado está se estruturando e identificar onde estão as reais oportunidades de monetização dos ativos ambientais. Mais do que acompanhar a transformação, é hora de participar dela.
 

 

 

 

Assine nossa Newsletter

 

Agradecimentos

O Portal Energia e Biogás expressa seu profundo agradecimento à equipe do Instituto Totum, em especial a Fernando G. Lopes, pela conversa enriquecedora e pela generosidade em compartilhar conhecimento sobre certificados de ativos ambientais. Sua contribuição é essencial para levar informação de qualidade aos nossos leitores. Muito obrigado!

 

 

Sobre o evento

O I-REC Day Brazil, o maior evento de certificados de Energia Renovável do país, está de volta em sua 4ª edição, com o objetivo de consolidar as oportunidades oferecidas pelos certificados I-REC, GAS-REC no mercado energético brasileiro. 

Acesse a saiba mais: irecdaybrazil.institutototum.com.br

 

Saiba mais sobre certificados de Ativos Ambientais:

 

 

 

Copyright © 2018 - 2025 Todos os direitos reservados - Portal Energia e Biogás®.

Outras Postagens Similares


Image 10/02/2025

Entrevista com Fernando G. Lopes, Diretor do Instituto Totum

Entrevista exclusiva com Fernando G. Lopes, do Instituto Totum, sobre o GAS-REC®, certificação de biometano, e o impacto dos certificados I-REC no mercado de energia sustentáve...

Continue Lendo

Image 31/03/2025

Cobertura do evento I-REC Day Brasil 2025

O Portal Energia e Biogás, com colaboração do MSc. Felipe Molina, traz os principais insights do maior evento de certificação de ativos ambientais do Brasil. Descubra as tend�...

Continue Lendo

Image 26/12/2024

I-REC Day Brazil 2025, 3ª edição

Participe do I-REC Day Brazil 2025, o maior evento de Certificação de Energia Renovável do Brasil! Dia 25/03, São Paulo. Networking, painéis e estratégias para descarbonizaç...

Continue Lendo

Image 10/09/2025

Biometano: decreto nº 12.614/2025 e o Certificado de Origem (CGOB)

O Decreto 12.614/2025 marca uma nova fase para o biometano no Brasil. O Certificado de Garantia de Origem (CGOB) impulsiona a transição energética, gera segurança jurídica e v...

Continue Lendo

Copyright ©. Todos os direitos reservados.

Loading...